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As Freguesias


Amareleja
 
A vila de Amareleja que ocupa uma área de 10.834 hectares, conta com  2.760 habitantes (censos de 2001).
 
Segundo várias opiniões, os primeiros povoadores da vila chamavam-lhe “campo das amarelas” pelo facto de haver no campo grande abundância de fores daquela cor. Há dúvidas quanto sua fundação, mas o Padre João Rodrigues Lobato, na sua obra “Amareleja: rumo à sua história”, afirma que os vestígios mais abundantes levam a crer que seja da época romana.
A Amareleja foi elevada à categoria de Vila em 16 de Agosto de 1991.

A vila possui vários monumentos como a Igreja Matriz, cuja fundação remonta à época de D. João III, a Igreja da Graça, a Capela de Santo António, cuja imagem é do século XVI, e a Capela de Santo Isidro ou da Penha.
 

Moura
 
A cidade de Moura possui uma área total de 942,12 hectares e 9.222 habitantes repartidos pelas freguesias de São João Baptista e Santo Agostinho. Conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques, o primeiro foral terá sido dado por D. Gonçalo Egas, Prior do Hospital da Ordem Militar de S. João, em 1118. Perdida e reconquistada, novamente, pelos cristãos em 1232,  D. Dinis concedeu-lhe foral, em 1293, data em que tomou posse definitiva da vila, após contendas com o rei de Castela.
 
D. Afonso V deu novos limites à vila e, em 1455, passou  a Paróquia de Santa Maria do Castelo para a Capela de São João Baptista, onde hoje está a Igreja Matriz com o mesmo nome. D. Manuel I concedeu-lhe novo foral, em 1512, e D. João III distinguiu-a, em 1525, como o título de Notável, que ainda hoje ostenta no seu brasão.
 
Elevada a cidade em 1988, Moura possui um rico património histórico, de que se destaca um conjunto de monumentos dignos do olhar atento do visitante, como é o caso do Castelo, do Pelourinho, da Igreja de São João Baptista, da Igreja e do Convento do Carmo (o primeiro da Ordem dos Carmelitas existente em Portugal e de onde Nuno Álvares Pereira levou os primeiros monges para fundar o Convento do Carmo em Lisboa), da Igreja de S. Pedro (que alberga o Museu de Arte Sacra) e das igrejas de S. Francisco e Santo Agostinho. Também o edifício quinhentista do Pátio dos Rolins e os edifícios antigos com as suas varandas de ferro forjado, espalhados pela cidade, são dignos de registo.
 
Igualmente de visita obrigatória são, em Moura, o Lagar de Varas do Fojo, (Museu do Azeite inaugurado no dia 24 de Junho de 2001 num edifício considerado Imóvel de Interesse Público, de rara conservação a nível da Península Ibérica), o Museu Municipal, o Bairro da Mouraria e o Poço Árabe.
 
 
Póvoa de S. Miguel
 
A Póvoa de São Miguel possui uma área total de 18.694 hectares e 1094 habitantes que vivem principalmente da agricultura.
 
Desta freguesia faz parte a Aldeia da Estrela.
 
Apesar de várias pesquisas efectuadas, não há referências à sua fundação, pelo que tudo leva a crer que tenha surgido de um pequeno aglomerado rural. Inicialmente o seu nome era apenas Póvoa, passando a Póvoa de São Miguel em 1988, em homenagem ao seu santo padroeiro. Os monumentos existentes são as igrejas de Póvoa e da Estrela.
 
 
Safara
 
A freguesia de Safara ocupa uma área total de 5.762 hectares tem  1.167 habitantes (censos de 2001).
 
Além de uma capela zimboriada, Safara possui uma sumptuosa Igreja cujos alicerces datam de 1500, tendo sido concluída por volta de 1602. Interiormente fechada em arcos góticos, possui soalhada de ladrilhos tijolados, altares em talha, azulejos de grande valor e frescos nas paredes, embora danificados. A sua grandiosidade merece uma visita atenta. Outros monumentos da freguesia são a Igreja de São Sebastião, a Ermida de Santa Ana e a Ponte Romana.
 
 
Santo Aleixo da Restauração
 
Santo Aleixo da Restauração possui uma área de 179.3km2 e  842 habitantes (censos de 2001). Estudiosos acreditam que esta freguesia foi habitada três a quatro mil anos a.C., estando a prova deste facto nas antas ou dólmenes e nas pedras tanchadas existentes na região. As relíquias paleolíticas e neolíticas encontradas levam também a acreditar na existência de outros povos.
 
Santo Aleixo devia já existir em 1252, chamando-se então Campo de Gamos e era habitada por lavradores de Noudar e de Moura. A freguesia é considerada aldeia histórica da Restauração de Portugal devido aos grandes acontecimentos da Guerra da Aclamação, nomeadamente, nos combates de 1641, 1644 e 1704 em que os castelhanos atacaram a aldeia e os seus habitantes defenderam-se heroicamente.
 
Possui monumentos como a Igreja Matriz, monumento nacional cuja edificação data de 1734, o Convento da Tomina, fundado em 1709, o obelisco em memória dos defensores de Santo Aleixo, e antas e pedras tanchadas na Herdade da Negrita.
 
 
Santo Amador
 
A freguesia de Santo Amador tem uma área de 7.262 hectares e 456 habitantes. A sua origem é a da maior parte das localidades rurais alentejanas: é fruto da existência de pequenos grupos de trabalhadores sazonais, que andavam pelas propriedades agrícolas e acabavam por se fixar definitivamente perto de alguma.
 
A escolha da sua designação deve-se ao sentimento religioso dos seus habitantes que lhe atribuíram o nome do Santo Padroeiro. O único monumento existente na aldeia é a Igreja Matriz que, apesar da sua imponência, é um edifício de características bastante regionais, construída em tijolo e taipa.
 
 
Sobral da Adiça
 
Esta freguesia possui uma área de 13.830 hectares e 1.046 habitantes. Situada junto à ribeira da Toutalga, dista 21 quilómetros da sede de concelho. O sobrenome da freguesia deve-se a uma grande mina de ouro que existiu na Serra da Adiça, havendo ainda provas evidentes das suas galerias subterrâneas. Calcula-se que os primeiros exploradores desta mina fossem os Fenícios, depois os Romanos e, por fim, os Árabes.
 
Como património monumental há a destacar a Igreja, com cerca de 100 anos, e uma Igreja antiquíssima perto da Ribeira de S. Pedro.